terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Amor Ou Liberdade ?
Amor ou liberdade?Duas palavras que não se contém no que seriam. A liberdade como deve ser, é uma prisão responsável ou transforma-se em libertinagem. O amor, quando não é o próprio, pode se transformar em servidão. Temos a liberdade de amar, e quando acontece, perdemos a liberdade e o amor pode acabar morrendo. Amamos ser livres, e ao ter a liberdade nos prendemos na responsabilidade por tê-la. Não existe razão ou lógica em nenhuma delas.
Amor e liberdade são dois engôdos em que estamos permanentemente fisgados. O termo se aplica ao observarmos que temos plena noção destes fatos acima e nem por um segundo exitamos em abocanhar a isca que nos proporciona estes dois estados da vida.
Ansiamos pela liberdade e ao obtê-la já estaremos a procura de outra situação que nos leva ao jugo.
Ansiamos pelo amor e ao conquistá-lo aparentemente temos que perder a liberdade.
Se adotássemos o amor incondicional nesta vida, certamente sofreríamos em demasia. Somos humanos e tendemos a querer que seja nosso o objeto do amor (desejo?); isto leva ao cerceamento da liberdade deste OBJETO(?) e consequente definhamento do mesmo. Conseguir adotar um meio termo será apenas paliativo nas duas situações. Meia liberdade, meio amor. Ridículo.
Ao tomarmos um outro posicionamento mais liberal no amor, somos questionados sobre a indiferença na relação e a consequente cobrança de uma atenção que seria ao mesmo tempo a noção de segurança para um e a não liberdade de ação para outro.....
Amor e liberdade são dois engôdos em que estamos permanentemente fisgados. O termo se aplica ao observarmos que temos plena noção destes fatos acima e nem por um segundo exitamos em abocanhar a isca que nos proporciona estes dois estados da vida.
Ansiamos pela liberdade e ao obtê-la já estaremos a procura de outra situação que nos leva ao jugo.
Ansiamos pelo amor e ao conquistá-lo aparentemente temos que perder a liberdade.
Se adotássemos o amor incondicional nesta vida, certamente sofreríamos em demasia. Somos humanos e tendemos a querer que seja nosso o objeto do amor (desejo?); isto leva ao cerceamento da liberdade deste OBJETO(?) e consequente definhamento do mesmo. Conseguir adotar um meio termo será apenas paliativo nas duas situações. Meia liberdade, meio amor. Ridículo.
Ao tomarmos um outro posicionamento mais liberal no amor, somos questionados sobre a indiferença na relação e a consequente cobrança de uma atenção que seria ao mesmo tempo a noção de segurança para um e a não liberdade de ação para outro.....
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